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Porque envelhecemos?

Envelhecemos porque nos oxidamos!
A oxidação é um processo natural que ocorre no nosso organismo ao longo do tempo. Então as células, órgãos e outras partes do corpo podem tornar-se mais sensíveis pela oxidação, aumentando o risco de várias doenças, como as cardiovasculares e o cancro.

Durante o metabolismo do que comemos para produzir energia, o nosso organismo produz radicais livres por acção do oxigénio. O radicais livres são moléculas, às quais lhe faltam um electrão e, por isso, buscam desesperadamente roubar uma outra molécula, atacando desta forma as membranas celulares e principalmente o ADN. Quanto maior a produção de radicais livres, maior a oxidação celular e, por isso, maior degradação celular, de tecidos e órgãos, e consequentemente mais rapidamente envelhecemos.

Cabe a cada um de nós escolher entre aumentar a consciência para um estilo de vida e alimentação saudável ou limitar-nos a ser agentes passivos adoptando os hábitos da civilização moderna.

Para onde está a caminhar?

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Food Matters (legendado)

"Se pensa que pode ir ao médico e tomar um comprimido para tudo, está profundamente errado."
"Há cada vez mais pessoas a recorrer a alternativas, porque o que se tem feito até agora não funciona."
"Descubra o que realmente funciona!"
"É uma opção. Você não tem de ficar doente."

A alma, o corpo e tu.

Quando tu consegues tomar consciência que tu não és tu - não a um nível intelectual - porque esse está muito acessível e só não o desenvolve quem não quer ou não se interessa... mas a um nível mais profundo... Tu deixas de querer ser tu, leia-se os outros: aqueles que têm o teu sangue, aqueles que te "educaram", aqueles que de uma forma ou de outra te marcaram e guiaram o teu caminho, as tuas escolhas, conscientes ou não, os teus hábitos, os teus vícios... e que te trouxeram ao que tu és agora.
De que vale a pena caminhares na rua com os sapatos mais lindos da loja, se te apertam o dedo mindinho ou se escorregas dentro deles, quando os paralelos da rua não são assim tão paralelos, têm altos e baixos, são irregulares e imprevisíveis. E tu, o teu corpo e a tua mente estão nesse jogo, no jogo do medo de não cair no buraco da estrada que te impede de desfrutar do caminho?
Os "sapatos" que tu calças permitem-te voar? São tão leves que a tua Alma pode calçar, sem sentir…

e quando te parece que o caminho é demasiado longo?

o que sentes, quando te parece que o caminho é demasiado longo? ou complexo?
deparo-me com esta realidade diariamente, através de conversas com amigos, colegas, pacientes... na minha vida... não sei se é uma percepção minha exacerbada ou se habita na mente dos outros de forma semelhante.
confesso que apenas sei falar do que sinto, por isso nada do que escrevo é ditado. 
talvez andemos a pensar demais e a sentir de menos, a planear demais e a realizar de menos; a ouvir demais os outros e a escutar de menos a nós próprios. 
a questão é que o caminho vai parecer sempre longo, porque nunca se vê o fim, porque não há fim. o fim não existe. estamos sempre no meio. e estar no meio por vezes inquieta-nos. não queremos estar no meio, queremos estar lá na frente, a controlar o caminho. queremos já estar lá. mas isso é contra as leis da natureza. e nós somos regidos, antes de qualquer outra coisa, por estas mesmas leis. e ela (a natureza) ajuda-nos, se respeitarmos os seus ciclos. mas não podem…