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Os 7 pecados capitais

Primeiro que tudo esclareço que os “pecados” a que me refiro não são pecados no sentido literal do termo, não há regras universais nem moralismos sobre a forma como nos alimentamos, são apenas ideias que escrevo aqui, como se fosse simplesmente o corpo que falasse:

1.  A Gula – comer e beber em demasia, de forma compulsiva muito para além das reais necessidades do organismo. Isto inclui querer “provar de tudo” nas festas, nos almoços de família; repetir vezes sem conta, só porque não estamos a dar o tempo e o espaço suficiente para nos sentirmos saciados.

2.  A Avareza – dar preferência aos alimentos mais processados e elaborados, alguns deles chamados de “gourmet” e desprezar os simples, os que vêm da terra, dos pequenos produtores, com um aspeto “mais feio”, mas com pouco ou nenhum processamento até chegar ao prato. 

3.  A Luxúria – valorizar e consumir mais produtos de origem animal em relação aos de origem vegetal, por exemplo, não procurar mais fontes de proteínas vegetais e não aprender a combiná-las, porque as de origem animal têm “mais valor”. 

4.  A Ira – comer zangado, comer frustrado… enfim, comer para abafar as emoções desagradáveis do dia-a-dia, não dando o tempo necessário para o corpo e a mente se restabelecerem e aí sim, dar oportunidade de escutar os sinais de fome que o organismo enviar. 

5. A Inveja - priorizar as "regras da moda", as dietas dos outros, bem como todo e qualquer "tipo de dieta" e não escutar as necessidades do próprio corpo.

6. A Preguiça - nao adotar os cuidados mínimos que o corpo precisa, por simples preguiça ou não fazer parte das prioridades do dia-a-dia. Não tomar as rédeas da própria vida e da própria saúde, esperando que sejam os médicos, os profissionais de saúde ou medicamentos que resolvam o problema na sua totalidade, quando o corpo já não aguenta mais e dá sinais sérios de doença, sendo que poderíamos evitar muitas complicações com algumas mudanças de estilo de vida.

7. A Vaidade - não fazer as revisões da nossa alimentação em função da época do ano, do nosso estado físico-mental-energético, bem com os devidas desintoxicações do organismo com a regularidade que ele precisa... e procurar ajuda só quando o problema impede uma vida minimamente funcional.

Estas são informações importantes para trazermos à nossa consciência, que às vezes estão tão bem arrumadas e guardadas na profundidade das células do nosso corpo, que ficam esquecidas pela nossa mente!!



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"Se pensa que pode ir ao médico e tomar um comprimido para tudo, está profundamente errado." "Há cada vez mais pessoas a recorrer a alternativas, porque o que se tem feito até agora não funciona." "Descubra o que realmente funciona!" "É uma opção. Você não tem de ficar doente."

A alma, o corpo e tu.

imagem retirada daqui:  http://pinup-doodles.blogspot.pt Quando tu consegues tomar consciência que tu não és tu - não a um nível intelectual - porque esse está muito acessível e só não o desenvolve quem não quer ou não se interessa... mas a um nível mais profundo... Tu deixas de querer ser tu, leia-se os outros: aqueles que têm o teu sangue, aqueles que te "educaram", aqueles que de uma forma ou de outra te marcaram e guiaram o teu caminho, as tuas escolhas, conscientes ou não, os teus hábitos, os teus vícios... e que te trouxeram ao que tu és agora. De que vale a pena caminhares na rua com os sapatos mais lindos da loja, se te apertam o dedo mindinho ou se escorregas dentro deles, quando os paralelos da rua não são assim tão paralelos, têm altos e baixos, são irregulares e imprevisíveis. E tu, o teu corpo e a tua mente estão nesse jogo, no jogo do medo de não cair no buraco da estrada que te impede de desfrutar do caminho? Os "sapatos" que tu calças ...