terça-feira, 12 de junho de 2012

Prepare-se para o Verão: Plano DETOX


A detoxificação é um processo fisiológico que o organismo realiza constantemente. É efectuada por todas as células de todos os tecidos, mas principalmente pelo intestino (± 20%) e pelo fígado (60-65%).

Porém, quando o consumo alimentar é maior que a capacidade de eliminação do organismo, e isto verifico na minha prática clínica com muita frequência, ou quando a falta de tempo fala mais alto que a prática de uma alimentação de qualidade, desenvolve-se um sério problema no equilíbrio metabólico.

O recurso a alimentos processados de baixa qualidade nutricional e alta quantidade de adoçantes artificiais, corantes, acidulantes, conservantes e outros aditivos (a lista é grande!) levam a que o organismo fique saturado de tais substâncias e não reconheçam o excesso das mesmas. Ainda uma dieta pobre em proteínas, deficiente em vitaminas e minerais, rica em hidratos de carbono e gorduras saturadas, bem como o fumo do tabaco (mesmo o passivo!), o álcool e muitos outros factores aumentam a toxicidade no nosso organismo.

Algumas das disfunções associadas à acumulação de toxinas no organismo são o excesso de peso, a diabetes (ou pré-diabetes), as doenças cardiovasculares, os desequilíbrios hormonais, a falta de memória e o envelhecimento cerebral precoce, as alergias, os problemas de cabelo e de pele, entre outras.

O objectivo da dieta detox é acelerar a capacidade de regeneração do fígado e reequilibrar o metabolismo, facilitando o processo de emagrecimento. Esta dieta deverá ter a duração mínima de 2 semanas e pode ir até 30 dias.

 Saiba quais os melhores alimentos detox e os que deve eliminar da sua lista de compras, bem como os suplementos nutricionais e fitoterápicos (de plantas) que aceleram e optimizam os resultados. Experimente um realizar um plano detox e verifique que o seu sistema de detoxificação e o seu organismo irão funcionar a todo o vapor. 


 Consulta DETOX no espaço:

Dicas d'Equilíbrio
Centro Comercial Porto Gran-Plaza
Rua Fernandes Tomás
Loja 102   Piso 1
4000-211 Porto
www.dicas-dequilibrio.pt

Porque é que dormir menos de 7 horas aumenta o risco de desenvolver obesidade?


Nos últimos anos, a ciência tem mostrado a existência de uma estreita relação entre a falta de sono e um maior risco de ser obeso. Além de, em muitas ocasiões, aumentar a predisposição para várias patologias, como a diabetes e a hipertensão.

Esta relação estabelece-se em todas as idades. Num estudo realizado com 68.000 mulheres adultas cujo peso foi seguido durante 16 anos, observou-se que aquelas que dormiam 5 ou menos horas ganharam cerca de 4,3kg, mais que as mulheres que dormiam 7 ou mais horas.

Quando se dorme pouco, os níveis hormonais relacionados com a fome alteram-se. A leptina, que inibe o apetite, encontra-se diminuída e a grelina, que aumenta a sensação de fome, encontra-se aumentada. Portanto, se dormimos menos, aumentamos a sensação de fome e por outro lado, se estamos despertos aumentamos a oportunidade de comer. Além disso, produz-se uma alteração do ritmo cardíaco e inevitavelmente a sensação de cansaço. Por consequência, este sintoma leva a um aumento do sedentarismo. 

Finalmente, acaba-se aumentando o peso, a percentagem de gordura corporal e o perímetro da cintura – os 3 indicadores da obesidade.