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O que te nutre verdadeiramente?

A vida

A vida é tanta coisa.

Às vezes é luz, às vezes é escuridão.
Às vezes é quente, outras é fria.
Há dias em que temos de caminhar descalços por pedras duras e pontiagudas. Outros há, que se pudéssemos rebolávamos no solo que pisamos. Pois há solos em que os pés não bastariam para sentir... Porque o solo cheira a terra, a ervas, a flores... porque é macio e tem a temperatura certa.
Às vezes as nuvens não nos deixam ver muito longe... podem até ficar tão densas, mas tão densas, que se convertem em chuva... ou tempestade. Isto pode durar minutos, horas, dias...

Sabes, aqueles dias em que choveu e depois o céu ficou todo azul, iluminado por um sol radiante? Nesses momentos conseguimos ver mais longe e de repente sem sairmos do sítio tudo nos parece muito mais nítido. Pois era o banho que a terra precisava... 

E nós somos como a terra. Precisamos de sol, mas também de água e de alimentos. Daqueles alimentos que nutrem o Corpo e sobretudo dos que nutrem a Alma. 

Passamos tanto tempo a pensar, a falar, a queixar-nos, a comparar-nos, a competirmos (com os outros, com o tempo, connosco)... Mas um momento a nuvem passa... e sem sairmos do sítio, algo brilha dentro de nós. É o sol. O alimento da alma. Sabes que tens um sol imenso dentro de ti? E que ele está sempre lá, mesmo quando não vês a sua luz, o seu calor... Só precisas de te lembrar disso todos os dias e também dares a água que o teu corpo precisa. Só assim pode ficar limpo e claro, tal como o céu fica depois da chuva. Lembra-te de cuidar sempre do teu jardim. Do teu corpo. Da tua alma.

reflexões da Léa

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"Se pensa que pode ir ao médico e tomar um comprimido para tudo, está profundamente errado." "Há cada vez mais pessoas a recorrer a alternativas, porque o que se tem feito até agora não funciona." "Descubra o que realmente funciona!" "É uma opção. Você não tem de ficar doente."

A alma, o corpo e tu.

imagem retirada daqui:  http://pinup-doodles.blogspot.pt Quando tu consegues tomar consciência que tu não és tu - não a um nível intelectual - porque esse está muito acessível e só não o desenvolve quem não quer ou não se interessa... mas a um nível mais profundo... Tu deixas de querer ser tu, leia-se os outros: aqueles que têm o teu sangue, aqueles que te "educaram", aqueles que de uma forma ou de outra te marcaram e guiaram o teu caminho, as tuas escolhas, conscientes ou não, os teus hábitos, os teus vícios... e que te trouxeram ao que tu és agora. De que vale a pena caminhares na rua com os sapatos mais lindos da loja, se te apertam o dedo mindinho ou se escorregas dentro deles, quando os paralelos da rua não são assim tão paralelos, têm altos e baixos, são irregulares e imprevisíveis. E tu, o teu corpo e a tua mente estão nesse jogo, no jogo do medo de não cair no buraco da estrada que te impede de desfrutar do caminho? Os "sapatos" que tu calças ...